Da Procura

by Matheus Trunkle

São dos olhos que me vem aquilo que sempre procuro
E inútil leio R. B. à espera de
Tua pessoa
Me traz assim uma calma sem fim
Quando são dos olhos que me vem aquilo que sempre procuro.

Te procuro do atropelo da multidão que passa
(digna de indigna morte barthiana).
Nem para encontrar você no caminho,
Tigrãozinho,
Nem para comigo ser assim!
Mas então, é da massa multidão que procuro
E acho
Dois raios de sóis que alumiam minha manhã.

Sois sóis, e sorrio.

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